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Imigração prende 62 em frigorífico da Cargill

Agentes federais prenderam na quarta-feira(4) 62 pessoas em uma fábrica de processamento de carne suína da Cargill, em Beardstown, Illinois. Alguns dos presos foram acusados de falsidade ideológica e outros de ser imigrantes ilegais, disseram fontes oficiais.

As prisões interromperam por três horas a produção de carne na fábrica, mas segundo fontes da empresa e do setor de imigração dos EUA nenhum dos presos era funcionário da Cargill.

A operação foi menor que a que fechou temporariamente, há quatro meses, seis fábricas da Swift & Co., ação que fez a indústria de carne pedir mudanças nas leis federais de imigração para facilitar a contratação de funcionários estrangeiros.

A Imigração norte-americana (ICE) disse que os presos eram funcionários da Quality Service Integrity, com sede no Tennessee, empresa que havia sido contratada pela Cargill.

‘A investigação, que está em andamento, começou em janeiro.

A investigação da ICE revelou que a maior parte da força de trabalho da QSI era composta de estrangeiros ilegais’, disse a Imigração numa nota.

A QSI afirmou estar colaborando com a Imigração, mas não deu outras declarações, segundo Bill White, diretor de recursos humanos da empresa.

Alguns dos detidos foram liberados em seguida, por questões de saúde ou porque tinham filhos para cuidar, disse a Imigração. ‘Colaboramos com a ICE dando-lhes acesso a onde quer que eles quisessem ir’, disse Mark Klein, representante da Cargill.

A fábrica possui cerca de 2.200 pessoas no frigorífico, que tem capacidade para abater cerca de 18 mil porcos por dia, disse Klein.

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Gazeta Admininstrator
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