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Suprema Corte analisa Ordens Executivas na segunda-feira

supreme courtA Suprema Corte dos Estados Unidos finalmente irá ouvir os argumentos sobre as Ordens Executivas de imigração do presidente Barack Obama na segunda-feira, dia 18. Em jogo está a vida de aproximadamente 4 milhões de imigrantes indocumentados que se qualificariam para um dos programas.

Em novembro de 2014, o presidente Obama anunciou o que ele esperava ser um dos principais feitos de seu segundo mandato: ordens executivas com o intuito de ultrapassar a inação do Congresso em relação à reforma imigratória. A ação protegeria milhões de imigrantes indocumentados da deportação, ou pelo Deferred Action for Parents of Americanas and Lawful Permanent Residents (DAPA), para pais de cidadãos americanos e residentes permanentes, ou pela expansão do Deferred Action for Chilhood Arrivals (DACA), para jovens trazidos pelos pais ilegalmente para os EUA. Aqueles que se qualificassem ao programa poderiam, além de se proteger da deportação, ter permissão de trabalho.

As ordens executivas, no entanto, em vez de entrar em vigor, foram bloqueadas no começo do ano passado pelo juiz federal Andrew Hanen, do Texas. A questão foi encaminhada para a Corte de Apelações de New Orleans, mas seus juízes mantiveram a proibição. A administração Obama então decidiu ir para a Suprema Corte.

Ativistas    

Grupos de ativistas de cidades todo o país estarão reunidos e atentos aos desdobramentos dessa audiência na segunda-feira.

Na Flórida, ativistas em Miami, Orlando e Tampa, demonstrarão seu apoio às ações do presidente Obama. Oficiais eleitos, líderes comunitários, de direitos civis e trabalhistas se reunião com famílias elegíveis para pedir que os juízes da Suprema Corte aceitem o programa.

Outras coalizões da Flórida, incluindo Mi Familia Vota, iAmerica, Florida Immigrant Coalition, SEIU Florida e United Families também terão ações em apoio aos programas.

Suprema Corte

Ativistas, no entanto, estão diante de uma situação diferente na Suprema Corte. Depois da morte do juiz Antonin Scalia em 13 de fevereiro, as ordens executivas poderão sofrer empate, com quarto juízes a favor e quatro contra. Eles poderão não chegar a uma decisão.

Em caso de empate, a vitória iria para o Texas e os 25 outros estados que estão se opondo às ações, mas os juízes podem querer evitar tal resultado.

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