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Heróis imperfeitos

O Quarteto Fantástico se tornou um dos grupos mais queridos dos quadrinhos por vários motivos. O principal deles é o fator humanidade: seus integrantes são imperfeitos como todos nós. A exploração desse lado humano dos super-heróis criados em 1961 por Stan Lee e Jack Kirby é o ponto alto de “Quarteto Fantástico”, que estréia aqui e no resto do mundo nesta sexta-feira.

Dirigido por Tim Story (de “Táxi”), a superprodução retrata o grupo como uma família problemática comum, do tipo a-gente-briga-mas-se-ama. Os personagens vivem às turras, mas no final do dia acabam se entendendo.

O filme começa contando a origem do Quarteto Fantástico, que é formado pelos cientistas Reed Richards/Sr. Fantástico (Ioan Gruffudd), Sue Storm/Mulher Invisível (Jessica Alba), Johnny Storm/Tocha Humana (Chris Evans) e Ben Grimm/Coisa (Michael Chiklis). Dispostos a realizar uma experiência que pode ajudar a humanidade a acabar com algumas doenças, eles vão até o espaço. Depois de um acidente envolvendo raios cósmicos que alteram seus DNAs, os quatro ganham superpoderes.

Reed vira um homem de borracha e Sue aprende a ficar invisível e a projetar campos de força. Johnny ganha o poder de voar e incendiar tudo à sua volta. Já Ben tem seu corpo coberto por rochas.

Como os quatro, o milionário Victor Von Doom foi bombardeado por raios cósmicos. Rival de Reed desde a faculdade, ele vira o Dr. Destino e decide destruir o Quarteto Fantástico. O grupo precisa enfrentar o vilão e ao mesmo tempo se acostumar com suas novas habilidades.

Como é de praxe nesses casos, o longa é recheado de efeitos especiais. O destaque do elenco é Michael Chiklis. Como o dos quadrinhos, seu Coisa é casca-grossa e sensível. Em 1994, o cineasta trash Roger Corman já havia produzido um filme baseado no Quarteto Fantástico. O resultado ficou tão ruim que não foi lançado.

Reza a lenda que a revista do Quarteto Fantástico surgiu em função do sucesso de outra história em quadrinhos, a da Liga da Justiça da América. A Marvel ficou impressionada com as vendagens do gibi da rival DC Comics e pediu que Stan Lee (que faz uma ponta rápida no filme) e Jack Kirby criassem uma HQ estrelada por um grupo.

Lee e Kirby passaram por cima de algumas tradições (não existiriam identidades secretas, por exemplo) e logo chegou às bancas o primeiro número da revista. O elenco de “Quarteto fantástico” já assinou contrato para mais dois filmes. Pelo visto, os produtores acham que vem por aí uma bilheteria fantástica.

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Gazeta Admininstrator
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