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Fluminense cede empate ao Ceará no fim

Um empate com sabor muito amargo. O Fluminense não soube aproveitar o fator local e, após abrir 2 a 0 no placar, deixou o Ceará reagir e empatou em 2 a 2 na noite desta quarta-feira, em São Januário, na partida de ida das semifinais da Copa do Brasil. Léo Guerra e Gabriel colocaram o Flu em vantagem, mas nos dez minutos finais o Ceará buscou o empate, com Vágner e Maurílio.

Na partida de volta, na próxima quarta, em Fortaleza, o Ceará se classifica com um empate em 0 a 0 ou 1 a 1. O Fluminense precisa da vitória ou de um empate a partir de três gols (3 a 3, 4 a 4, etc). Novo empate em 2 a 2 leva a decisão da vaga na final para os pênaltis.

O primeiro tempo foi um jogo de um time só. O Fluminense dominou amplamente, praticamente sem ser incomodado pelo Ceará. De destaque no time cearense, apenas o goleiro Adílson, que começou a trabalhar cedo, logo aos três minutos. Leandro fez jogada individual pela direita, puxou para o meio e bateu alto, para firme defesa de Adílson.

Aos 11, foi a vez de Juninho exigir boa defesa do goleiro cearense, que voou no canto esquerdo para espalmar a escanteio. Léo Guerra também tentou, aos 19. Chutou cruzado, alto, e tirou a bola do alcance de Adílson, mas ela saiu próxima ao ângulo direito. Dois minutos depois, Leandro bateu da entrada da área para nova defesa do goleiro do Ceará.

O domínio era todo tricolor e aos 27 saiu o gol. Léo Guerra recebeu passe de Juninho entre os zagueiros e bateu cruzado, rasteiro, para abrir o placar. Na descida para o vestiário, o técnico Jair Pereira não aliviou a atuação do Ceará.

– O time não jogou. Só se defendeu. Não é possível jogar desse jeito – esbravejou.

Ceará busca empate no final

Apesar da vitória parcial, Abel Braga queria uma vantagem maior e, no intervalo, trocou Preto Casagrande por Rodrigo Tiuí, escalando o Flu com três atacantes. Foi o Ceará, porém, que teve a primeira chance, aos três minutos, em um chute de Victor Boleta que assustou Kleber.

No entanto, o Fluminense continuou com as rédeas da partida e conseguiu ampliar a vantagem. Aos 12, Juan cruzou da esquerda e o zagueiro Vanderlei empurrou Léo Guerra na área. Pênalti que Gabriel cobrou com perfeição no minuto seguinte: 2 a 0.

O Fluminense diminuiu o ritmo e o Ceará passou a sair um pouco mais para o ataque. A torcida tricolor tomou um susto aos 30 minutos, quando Maurílio tocou de cabeça para Camanducaia, que, dentro da pequena área, chutou por sobre o gol. Abel decidiu reforçar a marcação e promoveu a estréia do volante Fernando, irmão de Carlos Alberto. Pouco depois, Léo Guerra deixou o campo para a entrada de Maicon.

Quando já parecia sem forças, o Ceará iniciou sua reação. Aos 38, Vágner experimentou de longe e Kleber saltou mal, aceitando. Já nos acréscimos, Fernando empurrou Camanducaia na área. Heber Roberto Lopes marcou pênalti e, aos 47, Maurílio bateu forte para empatar e dar números finais ao jogo.

Fluminense 2 x 2 Ceará

Local: Estádio São Januário (RJ)

Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR), auxiliado Válter José dos Reis (SP) e Alessandro Rocha Matos (BA)

Gols: Léo Guerra aos 27 minutos do primeiro tempo; Gabriel aos 13 minutos, Vágner aos 38 e Maurílio aos 47 minutos do segundo tempo

Cartões amarelos: Jamur, Hélder, Preto Casagrande, André Turatto, Juninho e Wendell

Fluminense: Kleber, Gabriel, Igor, Fabiano Eller e Juan; Marcão, Arouca, Preto Casagrande (Rodrigo Tiuí) e Juninho (Fernando); Leandro e Léo Guerra (Maicon). Técnico: Abel Braga

Ceará: Adílson, André Turatto, Vanderlei e Duílio; Jamur (Vágner), Hélder (Wendell), Germano, Valdeir (Barata) e Victor Boleta; Camanducaia e Maurílio. Técnico: Jair Pereira

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Gazeta Admininstrator
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