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Família processa Michael Jackson por morte em hospital

A família de uma mulher que morreu em razão de um ataque cardíaco está processando Michael Jackson e o hospital onde o cantor foi internado há dois anos. Os parentes alegam que a paciente, em estado grave, teria sido removida para dar lugar ao pop star quando ele chegou com sintomas de gripe, no dia 15 de fevereiro de 2005.

A acusação contra Jackson e o Marian Medical Center, em Santa Maria, Califórnia, foi feita na última quinta (15), segundo aniversário da morte de Manuela Gomez Ruiz, que tinha 73 anos.

A família já havia reclamado publicamente que Ruiz foi repentinamente removida para dar lugar a Michael Jackson. O cantor deu entrada no hospital no mesmo dia em que teria de comparecer a uma audiência na Justiça em que respondia à acusação de abuso sexual infantil. Horas depois, em estado grave, a mulher sofreu um segundo ataque cardíaco e morreu.

O hospital divulgou um comunicado expressando as condolências à família, mas reforçou que o processo seria “mais uma alegação frívola para gerar publicidade”. A porta-voz de Jackson, Raymone K. Bain, não se pronunciou a respeito do caso.

O advogado da família da paciente, James McKiernan, diz no processo que a chegada do pop star ao hospital causou efeitos emocionais e mentais aos Ruiz. “Manuela Ruiz estava morrendo”, diz o processo. “Michael Jackson também estava morrendo… Morrendo para não ir a julgamento naquele dia.”

O cantor foi inocentado das acusações de abuso de menores. Ele voltou aos palcos em novembro de 2006 para uma apresentação no World Music Awards. Apesar do anúncio de que o pop star recriaria o famoso clipe “Thriller” durante a premiação, ele se limitou a cantar a música “We are the world” com um grupo de crianças. A apresentação foi considerada pela imprensa internacional um “fiasco”.

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Gazeta Admininstrator
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