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EUA testam reação de hospitais a ataque químico

A operação começou na segunda-feira, com a simulação de um atentado biológico a Nova Jérsei e um químico no Connecticut.

No exercício, 65 vítimas dos “ataques” se dirigiam para o hospital em busca de ajuda.

Quatro grandes tendas de descontaminação foram montadas no estacionamento do hospital e os “pacientes” eram examinados por médicos e enfermeiros vestidos com roupas especiais.

As pessoas em seguida recebiam etiquetas coloridas sinalizando a gravidade da sua condição. Cinco receberam a etiqueta preta, indicando que elas teriam morrido numa situação real.

Hospitais abertos

O exercício deverá se estender até esta quarta-feira, quando mais centenas de “pacientes” aparecerão no Union Hosputal de Nova Jérsei e outros estabelecimentos médicos.

O mesmo ocorrerá em New London, Connecticut, onde foi simulado o ataque químico.

Os hospitais continuarão abertos durante todo o exercício para atender a pacientes erais.

Mais de dez mil pessoas estão participando da operação que vai durar cinco dias e envolver o Canadá e a Grã-Bretanha.

O secretário de Segurança Interna, Michael Chertoff, disse que a intenção da operação não é “fazer bonito” e sim descobrir áreas com possíveis problemas e “aprender lições”.

Embora nenhum arma real esteja sendo usada, os policiais respondem como se estivessem lidando com um ataque de verdade.

O custo da operação, batizada de TOPOFF 3, é estimado em US$ 16 milhões.

A TOPOFF 2 foi realizada em maio de 2003 e envolveu 8,5 mil pessoas nos Estados Unidos e no Canadá.

Este é o primeiro grande exercício antiterrorismo desde os atentados de 11 de setembro de 2001.

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Gazeta Admininstrator
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