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Em caso de terremoto mesmo imóveis recentes não aguentariam.

Edifícios construídos segundo as normas mais recentes ficariam gravemente danificados e até poderiam ser destruídos pelo terremoto previsto para ocorrer a médio prazo em Los Angeles e nos arredores, segundo um estudo de pesquisadores da Califórnia, oeste dos EUA, publicado no começo desta semana.

Os cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) elaboraram um modelo de simulação que leva em conta ao mesmo tempo a propagação das ondas sísmicas e a resistência de dois prédios de 18 etapas, um construído segundo as normas de 1982 e o outro segundo as de 1997, mais rigorosas.

A idéia era avaliar as conseqüências de um terremoto de magnitude 7,9, resultado da ruptura da parte sul da falha de San Andreas. Os edifícios com estrutura de aço foram colocados ficticiamente em 636 lugares diferentes da região.

A unidade de referência foi o “deslizamento máximo”, ou seja, o movimento do teto em relação ao solo. Com 10% ou mais, a destruição do edifício é provável e a partir de 2,5%, “os danos poderiam ser suficientes para colocar um grave perigo” aos ocupantes, segundo os cientistas.

Esses valores, em caso de um terremoto de magnitude 7,9, ultrapassariam 10% para o imóvel construído em 1982 na quase totalidade dos ricos bairros do oeste de Los Angeles, entre eles os bairros residenciais de San Fernando, Beverly Hills e Santa Monica. “Os resultados são melhores para os imóveis construídos segundo as novas normas”, sublinharam os cientistas, mas “o deslizamento no vale de San Fernando sempre ultrapassa 10%”.

Este setor foi gravemente atingido em 1994 por um terremoto de 6,7, duas vezes menos forte do que 7,9, considerando que a escala de magnitude não é linear. Cinqüenta e sete pessoas morreram e os danos foram avaliados em 40 bilhões de dólares.•

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Gazeta Admininstrator
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