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Corte de NY exige fiança de US$ 500 mil da brasileira que é acusada de ser a lider de rede de prostituição.

A Suprema Corte de Nova York determinou nesta quarta-feira (28) o pagamento de US$ 500 mil “em espécie e em dinheiro limpo” para que Andréia Dias Schwartz, 31, possa responder em liberdade ao processo por prostituição, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Andréia está detida desde o dia 2 de junho. Ela é acusada de liderar uma suposta rede de prostituição de luxo em Manhattan.

O quantia estipulada para a fiança é consequência da gravidade das acusações: a promotoria diz que Andréia tentou comprar, com dólares de investidores italianos, um andar inteiro num hotel de luxo perto do Central Park por US$ 350 milhões.

O juiz M. Ambrecht deu à brasileira a alternativa de pagar US$ 1 milhão em títulos. Nesse caso, em geral, o réu adianta 10% do valor (US$ 100 mil) em dinheiro a alguma seguradora e dá um imóvel para completar o pagamento.

O apartamento de Andréia, localizado a 100 m do Central Park, está avaliado em US$ 1,2 milhão.

Algemada, a brasileira negou viver da exploração da prostituição e disse ter mudado a orientação sexual. Há algum tempo, diz, só mantém relações sexuais com mulheres.

Outro lado

O advogado de Andréia, Andrew Hoffmann, disse ter ficado feliz que a Justiça tenha estabelecido fiança, mas afirma que a cliente é “tratada como terrorista”. “Somos o alvo número um em terrorismo e a polícia põe seis detetives para investigá-la.”

Uma nova audiência está marcada para 10 de agosto. A defesa vai tentar antecipar a data para pedir a liberação do apartamento para venda.

Outra acusação é que ela teria sido presa com quatro passaportes, três supostamente falsos. “Ela jura que tem apenas o passaporte brasileiro”, afirmou o advogado.

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Gazeta Admininstrator
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