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Cônsul dos EUA diz que é direito de seu país restringir imigrações

O cônsul-geral dos Estados Unidos no Brasil, Simon Henshaw, defendeu hoje o direito de seu país impor um controle à imigração e de combater a entrada ilegal de estrangeiros por fronteiras como a do México.

“Tem que haver um limite. Ninguém pode discordar da idéia de que tem de haver um limite”, afirmou ele, quando falou sobre a política de migração do governo americano numa reunião plenária da Copa 2005 (6ª Assembléia Geral da Confederação Parlamentar das Américas), em Foz do Iguaçu (PR).

Henshaw apresentou como motivo para sua política restritiva em relação à imigração o fato de os EUA terem recebido, nos últimos dez anos, “de 800 mil a 1 milhão de pessoas, por ano”, a maioria em condição de ilegal.

“Eu penso que é importante fazer parar o movimento ilegal, o que será bom também para o Brasil”, afirmou ele.

Ao falar dos brasileiros, especificamente, Henshaw disse considerar justificáveis as restrições mexicanas aos clandestinos que tentam entrar nos EUA por sua fronteira. “Queremos ver cada vez menos brasileiros entrando e se arriscando pelo México”, disse.

Segundo o deputado federal do México Juan José Garcia Uchoa (do PRD), a política migratória de seu país “talvez seja o resultado mais oneroso” imposto ao México pelo tratado do Nafta (acordo de livre comércio entre EUA, México e Canadá).

De acordo com ele, é o México quem banca parte dos US$ 3 bilhões anuais que os EUA gastam para conter a imigração na fronteira. “E a contenção se dá com uma política de direitos humanos das mais equivocadas.”

Convidado para o encontro, o ministro Ricardo Berzoini (Trabalho) disse que o governo do Brasil iniciou uma negociação com os EUA e o Japão para tentar resolver a situação dos brasileiros que estão vivendo ilegalmente nos dois países.

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Gazeta Admininstrator
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