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Conheça o autor do best-seller “A Cabana”, William Paul Young

Se você ainda não leu A Cabana, com certeza já ouviu falar. A adaptação do livro para o cinemas estreia nesta sexta-feira, dia 3 de março. Baseado no best-seller The Shack (A Cabana, título em português), de William P. Young, já vendeu mais de 22 milhões de cópias no mundo todo e foi traduzido para 40 idiomas. O longa não é um típico filme religioso, mas sim uma história de perdão com um visual deslumbrante. The Shack foi dirigido por Stuart Hazeldine e teve o roteiro adaptado por John Fusco, Abdrew Lanham e Destin Daniel Cretton. Estão no elenco Octavia Spencer, que interpreta Deus de uma maneira espetacular, Sam Worthington, Tim McGraw, Radha Mitchell, Avraham Aviv Alush, no papel de Jesus, a atriz brasileira Alice Braga, entre outros. Alice interpreta Sophia, a sabedoria.

Assim como o best-seller, o filme acompanha a história de uma homem que vive atormentado após a morte da sua filha mais nova, que desapareceu e nunca foi encontrada; mas, alguns sinais encontrados na investigação mostra que ela teria sido violentada e assassinada em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe uma carta misteriosa para retornar a essa cabana, onde ele encontrará com Deus

Tive a oportunidade de conversar com o autor durante o dia de imprensa do filme para falar sobre a sua jornada pessoal de vida, a inspiração para escrever A Cabana, como ele se sente em ver seu livro sendo transformado em um longa-metragem e muito mais. Confira alguns fatos interessantes sobre William, essa pessoa fascinante e cheia de ensinamentos para passar par frente.

– The Shack, ou em português A Cabana, foi escrito para seus seis filhos e nunca foi destinado a se tornar um romance publicado. O livro é uma visão clara de como William pensa e enxerga a religião. Ele escreveu porque sua esposa queria que ele compartilhasse com seus 6 filhos seu relacionamento com Deus;

– William passou grande parte de sua vida lutando contra pessoas presas em dogmas religiosos. Ele acredita que a maioria das pessoas ainda está presa em seus caminhos.

– William adorou o filme e está muito orgulhoso de ter o seu trabalho traduzido para a tela grande. Ele acredita que a adaptação é a mais fiel de que qualquer outro livro que tenha sido adaptado.

– Haviam apenas quinze cópias do romance original que foram lidas pelos amigos e a família. Depois disso, eles ficaram insistindo que William publicasse o livro de qualquer maneira.

– Durante sua infância, William foi vítima de terrores noturnos. Ele também mencionou que seu pai o abusava durante a infância e adolescência.

– William gostaria muito que o atual presidente americano Donald Trump assistisse ao filme. Ele acredita que o filme é importante para Trump porque mostra o perdão, as diferentes raças.

– William afirmou que ele não sabia que era branco até os seis anos de idade, quando foi para a escola pela primeira.

– A personagem Mackenzie, interpretada por Sam Worthigton, representa 11 anos da vida de William; isso incluiu terapia e qualquer outro tipo de ajuda, até o momento que ele pede ajuda. Ele tinha 50 anos quando isso aconteceu, essa descoberta. Ele também escreveu o livro porque ele quer que todo mundo descubra o perdão bem mais rápido que ele.

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Jana Nascimento Nagase
Jana Nascimento Nagase
Jornalista paulistana formada pela PUC de São Paulo e pós-graduada em Broadcast Communication pela Barry University. Vive na Califórnia e entrevista atores, diretores, produtores e outros envolvidos nos maiores lançamentos do cinema americano. Site: www.janaoncamera.com Canal no Youtube: www.youtube.com/user/janaoncamera
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