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Cidade de Arkansas exigirá provas de estado legal para utilização de serviços de saúde.

Arkansas – A pesar das novas normas que requerem que os beneficiados do programa Medicaid comprovem sua cidadania ou o estado legal de imigração, muitos dos que participam do programa não deverão apresentar documentos durante semanas, disse nesta quarta-feira (5) o Departamento de Saúde e Serviços Sociais de Arkansas.

A medida é feita para evitar que imigrantes ilegais utilizem o programa de seguro de saúde destinado aos pobres, o qual é financiado pelo Estado e pelo governo Federal.

César Compadre, presidente da junta da Casa, uma organização em Little Rock que ajuda a latinos a obter serviços médicos, disse que poucos imigrantes ilegais em Arkansas utilizam os serviços de Medicaid.

Disse também que a nova norma pode conduzir a separar por perfil racial os imigrantes ilegais que se qualificam para o programa Medicaid. “É um assunto que afeta mais a quem se inscreve pela primeira vez” avalia Julie Munsell, uma porta-voz da agência estatal.

O programa de Medicaid é destinado às mulheres grávidas, menores e incapacitados. Algumas pessoas se qualificam tanto para o Medicaid como para Medicare, programa de seguro para pessoas maiores de 65 anos.

Segundo Munsell, o governo patrocina o cuidado materno com a idéia de que os filhos nascidos nos Eua são cidadãos de nascimento e que o cuidado pré-natal evita custos maiores mais tarde.

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Gazeta Admininstrator
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