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Chega a 133 o número de mortes no deserto.

Durante o atual ano fiscal foram registradas 133 mortes de imigrantes indocumentados no deserto do Arizona, das quais 34 ocorreram em junho, informaram atividas e organizações pró-imigrantes.

Na quinta-feira(20), a polícia de Phoenix localizou 100 imigrantes ilegais no deserto. O grupo, aparentemente, havia sido abandonado por atravessadores a mais de 100 milhas ao norte da fronteira. Eles informaram que três pessoas haviam morrido por causa de temperaturas superiores a 100°F. A maioria dos imigrantes era da Guatemala.

As elevadas temperaturas que tem sido registrada na região, onde nas últimas duas semanas superaram os três dígitos na escala Farenheit, são uma das principais razões para a elevação do número de mortes, acredita a Coalizão dos Direitos Humanos do Arizona, em uma nota à imprensa.

– No ano passado, durante o mês de junho, foram registradas 19 mortes de imigrantes, e este ano temos 34. Só esperamos que esse mês de julho não seja similar ao do ano passado – disse Anna O’Leary, coordenadora da coalizão.

Em julho do ano passado houve uma intensa onda de calão na região, e ocorreram 78 mortes de imigrantes indocumentados, tornando o mês um dos mais mortais da história da fronteira entre o Arizona e Sonora, no México.

Ao término do ano fiscal de 2005, mais da metade das mortes de imigrantes indocumentados na fronteira entre os EUA e o México foi registrada no deserto do Arizona, conhecido como “o corredor da morte”.

A organização defensora dos direitos dos imigrantes avalia que as propostas de reforma imigratória da Câmara e do Senado fracassaram em reconhecer a crise vivida na fronteira.

Os ativistas asseguram que enquanto o debate sobre uma reforma imigratória continua, o número de imigrantes que cruzam a fronteira não tem diminuído.

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Gazeta Admininstrator
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