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Canceladas decolagens de Confins, Brasília e Congonhas

A Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) cancelou na noite desta terça-feira todas as decolagens dos aeroportos internacionais de Confins, em Minas Gerais, e Brasília. Em Congonhas –na zona sul de São Paulo– apenas a ponte aérea São Paulo-Rio operam normalmente.

A medida visa a diminuir a lotação nos aeroportos, causada por uma falha de comunicação entre o controle de vôo do Cindacta 1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo) e os aviões. Todos os vôos que decolariam depois das 19h30 foram afetados. Os vôos que partiriam antes deste horário mas que estão atrasados decolarão durante a noite.

A agência também autorizou que os pousos em Congonhas sejam feitos durante a madrugada. Normalmente o aeroporto funciona até a 0h30.

“A previsão é de que o sistema continue com problemas, principalmente na manhã de quarta-feira. Não há previsão de normalização”, afirma Milton Zuanazzi, presidente da agência. “Nunca houve um colapso desse tamanho”, completa.

A recomendação de Zuanazzi é de que os passageiros devem procurar as companhias aéreas, já que os vôos só devem partir amanhã.

Suspeita

A Polícia Federal (PF) foi acionada pelo Comando da Aeronáutica para ajudar a investigar se o novo apagão aéreo, ocorrido nesta terça-feira, 5, na região controlada pelo Cindacta-1, foi fruto de sabotagem. Sediado em Brasília, o Cindacta-1 abrange todo o Sudeste e o Centro-Oeste do País.

O apagão aéreo, o segundo em um mês, ocorre no momento em que a PF está prestes a concluir o inquérito sobre o choque entre o jato Legacy e o Boeing da Gol que matou 154 pessoas em setembro. As investigações comprovaram que a sucessão de erros cometidos por controladores de vôo das torres de São José dos Campos e de Brasília está entre as causas do acidente.

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Gazeta Admininstrator
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