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Calor já matou mais de 20 pessoas no país.

Pelo menos 22 pessoas já morreram em 10 estados norte-americanos, em decorrência das altas temperaturas de costa a costa do país. A onda de calor que na semana passada nos Estados Unidos continua em grande parte do país. O Serviço Nacional de Meteorologia informou que, na segunda-feira(24), os termômetros marcaram 48 graus em algumas partes do país, como o noroeste de Dakota do Sul.

O último levantamento divulgado pelas equipes médicas indica que a maior parte das ocorrências foi registrada no estado de Illinois (sete vítimas), sendo que quatro delas ocorreram na região metropolitana de Chicago. Já as outras nove mortes foram verificadas nos estados da Filadélfia. As demais ocorreram em diversos estados do país.

A previsão do Serviço Nacional do Clima (NWS) é de que as temperaturas se manterão acima do normal na maior parte dos EUA durante o mês de agosto. O calor em agosto será mais intenso em regiões do sul e do centro do país, com temperaturas bem acima do normal no leste do Texas.

A previsão de seca pode ter implicações para a indústria produtora de algodão, que já enfrenta problemas com a escassez de chuva em julho.

Na cidade de New York, quase cem mil pessoas permaneciam na segunda-feira(24) sem energia elétrica pelo sexto dia consecutivo desde que o calor e as tempestades prejudicaram o fornecimento. As autoridades municipais colocaram em funcionamento serviços de emergência, com a mobilização de policiais e bombeiros, transporte de água e coleta de lixo.

A interrupção do fornecimento de energia elétrica nos dias mais quentes é muito perigosa para os idosos e pessoas doentes que vivem sozinhas e dependem do uso de elevadores.

No domingo(23), mais de cem pacientes foram retirados do Centro Beverly de Saúde, em Stockcton, Califórnia, quando as temperaturas chegaram aos 46 graus e o sistema de ar condicionado de uma das alas do hospital parou de funcionar.

Cerca de 800 mil californianos enfrentaram falta de energia durante horas no fim de semana(22/23), em razão do uso exagerado de ar-condicionados para fazer frente a temperaturas de até 50ºC em Palm Springs e 43ºC no Vale de San Fernando. No norte do estado, Sacramento viveu a marca recorde de 42,7ºC, enquanto os termômetros chegaram a 44,4ºC em Red Bluff e Modesto.

Estados como Illinois transformaram 130 edifícios de escritórios em “centros de refresco”, e a cidade de Detroit (Michigan) aumentou a potência do ar condicionado em 11 de suas bibliotecas. O público é convidado a visitar as instalações para escapar do calor.

Em Kentucky, funcionários públicos distribuíram aparelhos de ar-condicionado e ventiladores gratuitamente às pessoas mais pobres.

O calor disparou o consumo elétrico em alguns Estados, o que levou algumas autoridades, como o governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, a decretar que todos os edifícios públicos apaguem todas as luzes desnecessárias até o fim desta semana.

Nos estados de Missouri e Illinois, a Cruz Vermelha está abrigando pessoas de 750 casas e entregou refeições a 50 mil residências que ficaram sem energia.

O presidente George W. Bush aprovou um pedido feito na sexta-feira(21) pelo Missouri de auxílio financeiro emergencial. A decisão presidencial abre caminho para que seja prestada ajuda federal. Um total de 1,1 milhão de casas e escritórios ficaram sem energia em algum momento no estado desde quarta-feira(19), disse a Ameren Corp., proprietária da companhia energética local.

As autoridades de saúde pedem aos cidadãos norte-americanos que não deixem crianças ou animais de estimação em veículos fechados, bebam líquidos com freqüência e usem roupas leves.

O calor causou a suspensão de vôos e de linhas de metrô em New York
Depois de quatro dias de onda de calor que dispararam o consumo de energia em Nova York, as autoridades do transporte suspenderam na quarta-feira(19) o funcionamento de várias linhas do metrô por medo de cortes no fornecimento elétrico.

No aerporto de LaGuardia, vários vôos da American Airlines e da Delta Air Lines foram cancelados na terça-feira(18) após uma sobrecarga de energia provocada pelas altas temperaturas, que chegaram aos 100°F (37,7°C) na cidade, na semana passada.

Vários terminais do aeroporto ficaram sem energia durante quase todo o dia, confirmou o porta-voz da autoridade portuária de New York e New Jersey, Pasquale DiFulco.

“Por causa da preocupação quanto ao fornecimento de energia nos bairros de Astoria, Long Island City, Sunnyside e Woodside, no Queens, o Departamento de Transportes de Nova York reduziu ou suspendeu o serviço de várias linhas que percorrem essas zonas”, informou a Autoridade Metropolitana de Transporte, quase três anos depois que a cidade ficou completamente às escuras durante 24 horas.

Apesar de a onda de calor ter diminuído com uma notável queda das temperaturas, os efeitos continuam a ser sentidos no transporte público e suas infra-estruturas.

Na véspera, as linhas de metrô que percorrem o oeste de Manhattan ficaram paradas durante uma hora e meia, enquanto que o aeroporto de La Guardia, um dos três principais da cidade, teve alguns de seus terminais fechados por cortes de luz.

A companhia de luz Con Edison pediu à população moderação no consumo de energia para evitar o blecaute sofrido no verão de 2003 e também o de 1977, quando Nova York viveu uma onda de delinqüência e milhares de prisões.

No final da noite de terça(18), uma pane de energia elétrica, que afetou por quase duas horas um radar na Califórnia (oeste), provocou a paralisação do tráfego aéreo no sul do estado, em particular no Aeroporto de Los Angeles.

Europa – O calor tem provocado mortes também na Europa, onde o número de vítimas fatais foi ainda maior: 31. Somente na França, as autoridades informaram que morreram 21 pessoas desde que começou a onda de calor. Dez das vítimas tinham de 80 a 94 anos. As elevadas temperaturas atingem a alemanha, Portugal, França, Holanda, Espanha, Itália, principalmente.

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Gazeta Admininstrator
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