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Caçadores de tesouro encontram 17 ton de ouro e prata

Caçadores de tesouro norte-americanos anunciaram nesta sexta-feira (18) a descoberta do que acreditam ser a maior quantidade de moedas já encontrada em um naufrágio, “mais de 500.000 moedas de prata com peso de mais de 17 toneladas, centenas de moedas de ouro, ouro trabalhado e outros artefatos”, tiradas de algum ponto não revelado do Atlântico.

A descoberta parece ser apenas o começo, já os caçadores acreditam que podem encontrar mais moedas e artefatos. Para isto, programaram uma expedição com potencial para se se tornar “um evento midiático mundial”, e negociam os direitos editoriais, cinematográficos e televisivos da história.

A Odyssey Marine Exploration (OME), empresa com sede em Tampa, oeste da Flórida, revelou num comunicado, publicado, que o tesouro foi transportado aos Estados Unidos e depositado em um local seguro para trabalhos de conservação e documentação.

“Acredita-se que esta descoberta constitua a maior coleção de moedas já encontrada em um naufrágio histórico”, acrescentou John Morris, diretor executivo da OME. Segundo a empresa, especialistas afirmam que o meio milhão de moedas de prata teriam um valor mínimo de 100 milhões de dólares.

A empresa se negou também a revelar o lugar da descoberta ou o nome do barco naufragado por razões de segurança e legais, pois o tesouro está localizado fora das águas territoriais de qualquer país. No entanto, revelou que o tesouro foi recuperado do oceano Atlântico como parte de uma operação batizada de “Cisne Negro”.

“Nossa investigação sugere que há uma série de naufrágios do período colonial na área onde este foi localizado e seremos muito cuidadosos em especular sobre a identificação do naufrágio”, disse o diretor.

Nesta semana, a OME obteve a autorização de um tribunal federal norte-americano para reclamar um naufrágio no Atlântico nas proximidades da Inglaterra, no Canal da Mancha, mas não disse se o tesouro faz parte do achado.

O naufrágio do qual se fala em documentos judiciais está a 100 metros de profundidade, a 64 km de Land’s End, no extremo oeste da Inglaterra, e acredita-se que seja uma embarcação mercante do século XVIII. A OME trabalha no local desde 2006. Assim que o naufráfio for identificado, a empresa voltará com uma expedição maior, informou a companhia.

A empresa também pediu permissão para recuperar outros naufrágios, um a oeste de Gibraltar e outro a leste de Cerdenha, no Mediterrâneo, mas não obteve resposta.

Recentemente, a OME retirou um tesouro de 75 milhões de dólares da costa norte-americana da “SS Republic”, um barco naufragado em 1865.

O maior tesouro encontrado até hoje é o do galeão espanhol Nuestra Señora de Atocha, que afundou no sul da Flórida em 1622 e foi recuperado por Mel Fisher em 1985, num valor total de 400 milhões de dólares. A empresa constantemente encontra artefatos valiosos no local onde o Atocha naufragou.

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