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Bush pede a americanos

O presidente americano, George W. Bush, pediu nesta segunda-feira aos americanos que se mantenham firmes em relação ao conflito no Iraque e à luta contra o terrorismo.

As declarações de Bush ocorrem quatro dias após os atentados terroristas em Londres –que mataram 52 pessoas — e em um momento em que a opinião pública se questiona a respeito da necessidade da guerra do Iraque.

“Os terroristas sabem que não podem nos derrotar no campo de batalha. O único meio que eles têm de ganhar é se nós perdermos nosso sangue frio. Isso não ocorrerá durante o meu mandato”, afirmou Bush, durante um discurso na Academia do FBI [polícia federal americana] em uma base militar em Quantico (Virgínia).

“Essas pessoas que quiseram explodir linhas de metrô e de ônibus não são pessoas com as quais se possa negociar ou argumentar. Frente a tais adversários, há apenas uma maneira de atuar. Continuaremos combatendo o inimigo, até que ele seja derrotado”, acrescentou.

Esforço

Antes dos atentados de Londres, na última quinta-feira (07), Bush havia multiplicado os esforços para convencer os americanos da necessidade da guerra do Iraque, recordando os atentados de 11 de setembro de 2001.

Pesquisas de opinião apontam que os americanos estão cada vez mais céticos a respeito do vínculo entre a guerra do Iraque e a “guerra contra o terrorismo”.

Segundo as pesquisas, os cidadãos dos EUA já não estão tão certos sobre a necessidade de manter os 130 mil soldados americanos que atualmente estão no Iraque. Os americanos também se mostram preocupados com o aumento no número soldados dos EUA mortos nos conflitos.

“Continuaremos até que os terroristas fujam e não tenham onde se esconder”, disse Bush, que qualificou o Iraque como “principal frente” na luta contra o terrorismo, iniciada após os atentados de 11 de Setembro.

“Os terroristas guerreiam no Iraque porque sabem que a existência de sua ideologia de ódio está em jogo. Sabem que se a liberdade formar raízes no Iraque, levará milhões [de pessoas] no Oriente Médio a pedir por sua liberdade”, afirmou o líder norte-americano.

“Se a democracia, a prosperidade e a esperança ganharem força no Oriente Médio, os terroristas perderão seus apoios. Perderão seus soldados. Perderão sua esperança de transformar a região em uma base de onde possam atacar os EUA e nossos aliados”, disse Bush.

Ofensiva

O presidente dos EUA disse ainda que dará continuidade “à ofensiva”. “Combatemos o inimigo no Iraque, no Afeganistão e ao redor do mundo, para que não tenhamos que enfrentá-los em casa”, afirmou.

Bush disse ainda que os EUA “divulgam a esperança de liberdade através do Oriente Médio, oferecendo uma alternativa à sombria visão de ódio e medo dos terroristas”.

“Não cederemos. Defenderemos nossa liberdade. Nossa nação não tem uma missão maior do que impedir que os terroristas lancem novos ataques mortais”, acrescentou.

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Gazeta Admininstrator
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