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Brasileiro é condenado a prisão perpétua

Um brasileiro vai passar o resto da vida na prisão por ter abusado sexualmente de uma menina de 11 anos, em Fort Pierce, na Flórida. O mineiro Juarez Carlos de Souza, 50 anos, que vive nos EUA desde 2004, foi condenado por ter molestado a vizinha. A sentença foi comemorada pela promotoria, mas Juarez nega as acusações.

A condenação à prisão perpétua do mineiro de Conselheiro Pena, que é casado, tem três filhos e nove netos, foi divulgada na semana passada. Ele teria cometido o crime entre março e julho do ano passado. De acordo com o site de notícias americano TCPalm.com, ele e a vítima se viam quando a menina levava o lixo para fora de casa.
Durante vários meses, o brasileiro “se tocou na frente dela, tocou-a de maneira inapropriada atrás de um prédio e fez sexo com ela”, segundo a vítima. “Estamos sa-tisfeitos com o veredito. Os crimes traumatizaram muito a garota. O júri fez a coisa certa”, disse o procurador do estado Steve Gosnell.

Juarez foi preso em agosto do ano passado, depois que um vizinho viu o mineiro e a menina juntos no condomínio onde moravam e avisou seus pais. Em seguida, a polícia foi chamada. O advogado acrescentou que a menina teve dificuldades para contar o que aconteceu entre ela e o acusado, já que sofre de distúrbios de aprendizado. O brasileiro respondeu pelas acusações de atacar sexualmente menor com idade inferior a 12 anos e molestá-la, praticar atos libidinosos duplos, exibir partes íntimas e ter atos e conduta lasciva.

Brasileiro nega
Depois de ouvir depoimentos de testemunhas, o júri deliberou por apenas duas horas antes de chegar à sentença, anunciada pelo juiz Gary Sweet. O mineiro, que é casado há 32 anos com outra brasileira, negou as acusações. Segundo ele, não houve qualquer contato sexual com a menina.

Mais pedofilia
Na semana passada, a polícia britânica desarticulou uma das maiores redes de pedofilia da história, que atuava por intermédio da Internet, com membros em 35 países, inclusive nos EUA. O líder da quadrilha foi preso, e pelo menos 200 das 700 pessoas investigadas também vão res-ponder pelas acusações.

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Gazeta Admininstrator
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