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Brasil supera a Polônia e alcança o bi do Mundial de vôlei

Foi mais fácil do se esperava. Num dia em que quase chegou à perfeição, a seleção brasileira masculina de vôlei derrotou a até então invicta Polônia por 3 sets a 0, parciais de 25/12, 25/22 e 25/17, em Tóquio (JAP), e assegurou seu segundo título Mundial.

Concentrado, vibrante e com pouco erros em quase todo o jogo, o time treinado por Bernardinho demonstrou os reais motivos de ser a melhor equipe da modalidade. Assim, coroou ainda mais a seleção sob o comando de Bernardinho.

Das 21 competições disputadas desde que o técnico assumiu a seleção, em 2001, o Brasil ficou com a medalha de ouro em 17 e com a prata em três.

Como na primeira conquista, em 2002 (Argentina), o Brasil perdeu apenas uma partida em toda a competição. Foi para a França, na primeira fase –na competição anterior, foi derrotado pelos Estados Unidos.

A derrota na fase inicial não atrapalhou em nenhum momento a trajetória dos comandados de Bernardinho. Até o jogo decisivo, tinha perdido apenas seis sets em dez partidas.

Essa regularidade demonstrada nessa competição, e principalmente nos últimos anos, esteve presente no início da decisão, que lembrou o quarto set da vitória sobre a Sérvia e Montenegro, quando o Brasil venceu por 13 pontos de diferença.

Totalmente ligado, os brasileiros colocaram um ritmo forte e não deram a mínima chance para uma apática Polônia. Em pouco minutos, já vencia por 9 a 2. E foi assim até o final do primeiro set.

A seleção européia cometia muitos erros. Para piorar, encontrou uma inspirada equipe brasileira. O resultado não poderia ser outro: 25 a 12, lembrando o triunfo sobre os sérvios.

O segundo set foi outro. A intranqüilidade polonesa acabou, e a partida ficou equilibrada. Os erros sucessivos do jovem time europeu já não eram tão visíveis. Sua defesa estava atenta. Por outro lado, o Brasil não tinha tanta facilidade para superar o bloqueio adversário.

Por isso, a segunda parte da final foi disputada ponto a ponto. Lembrou uma verdadeira decisão de Mundial. Mesmo assim, a experiência brasileira se destacou e fez 2 sets a 0 –25 a 22.

A facilidade do começo voltou a aparecer no terceiro set. Nervosos, os poloneses erravam muito, enquanto os brasileiros voltaram a ficar tranqüilos. Atordoada, a Polônia só esperava o final do jogo para acabar com o “massacre”. E chegou: 25 a 17.

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Gazeta Admininstrator
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