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Brasil responde a críticas dos EUA sobre trabalho escravo

Brasil respondeu com firmeza à proposta feita por dois parlamentares americanos para investigar denúncias de trabalho escravo na Amazônia, e ressaltou seu empenho para humanizar o trabalho em todos os campos da produção.

A resposta brasileira está contida em um comunicado divulgado pelo Ministério de Relações Exteriores, no qual o Governo afirma ter recebido com preocupação as intenções de dois legisladores americanos de investigar o suposto regime de trabalho escravo vigente no processo de exploração do carvão vegetal.

A dúvida sobre o possível trabalho escravo foi exposta à imprensa americana pelos parlamentares democratas Eliot Engel e Dennis Kucinich, que chegaram a ameaçar o Brasil com sanções comerciais, caso essas denúncias fossem comprovadas.

Segundo o jornal “O Estado de São Paulo”, Engel pode ser nomeado, no ano que vem, presidente da Subcomissão para o Hemisfério Ocidental do Comitê de Relações Internacionais da Câmara dos Deputados, que passará a ser controlada pelo Partido Democrata.

A nota divulgada pelo Ministério de Relações Exteriores diz que, durante os dois últimos anos, o Governo brasileiro vigiou atentamente as atividades de 945 empresas dedicadas à exploração de carvão, e retirou as licenças de “todas” as que não cumpriam com a legislação trabalhista.

O comunicado também cita relatórios recentes da Organização Internacional do Trabalho (OIT), nos quais se destacam tanto “o empenho” do Governo brasileiro, como seus “resultados exemplares na adoção de políticas para a erradicação do trabalho forçado e outras formas de trabalho escravo”.

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Gazeta Admininstrator
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