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Brasil: Inflação oficial tem a primeira variação negativa desde junho do ano passado.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho teve deflação de 0,21% e ficou bem abaixo da taxa de 0,10% registrada em maio. Essa foi a primeira deflação registrada pelo IPCA desde junho do ano passado, quando a queda de 0,02%.

A taxa de junho é a menor desde setembro de 1998, quando o IPCA caiu 0,22%, conforme divulgou hoje (07) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado de junho, o índice, que é usado pelo governo para balizar as metas de inflação, fecha o primeiro semestre com alta de 1,54%, abaixo do acumulado no mesmo período de 2005. Nos 12 meses fechados em junho, o IPCA acumula alta de 4,03%, também abaixo da taxa de 4,23% registrada nos 12 meses imediatamente anteriores.

De acordo com o IBGE, a queda nos preços do álcool combustível foi o que mais pesou para a redução do IPCA de junho. O preço do litro do álcool chegou a ficar 8,77% mais barato para o consumidor, em função da maior oferta da cana-de-açúcar. A gasolina, que tem 20% de álcool em sua composição, passou a custar menos 1,60% nas bombas.

Os artigos de vestuário (de 0,90% para 0,59%) e os remédios (de 1,41% para 0,21%) também ajudaram na redução da inflação. Os preços dos alimentos caíram 0,10%, depois de terem subido 0,14% em maio.

O IPCA é apurado em Brasília, Goiânia e em nove regiões metropolitanas, com base nos gastos de famílias com renda de um a 40 salários-mínimos. Apenas em duas regiões metropolitanas, Recife (021%) e Belo Horizonte (0,15) não houve deflação.

Em Salvador a taxa ficou em -0,03%; em Belém, -0,04%; em Porto Alegre, -0,13%; Fortaleza, -0,20%; São Paulo, -0,30%; Rio de Janeiro, -0,33%; Curitiba, -0,36%; Goiânia, -0,30%; e Brasília, -0,69%.

Agência Brasil

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