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Brasil 3, Gana 0.

O Brasil cumpriu a obrigação de pentacampeão do mundo na terça-feira(27), em Dortmund: venceu Gana por 3 a 0 e se classificou para as quartas-de-final, numa rara partida em que foi pressionado pelo adversário e seguiu aquilo que Cafu e Kaká haviam dito em entrevista coletiva na véspera do jogo: mais importante que dar espetáculo era vencer e avançar na Copa.
Além de garantir a vaga nas quartas-de-final, sábado(1), às 15 horas (horário dos EUA), o Brasil atingiu várias marcas históricas: com o primeiro gol, Ronaldo se isolou como maior artilheiro da história das Copas, com 15 gols; o segundo, de Adriano, foi o 200.º gol da seleção em Copas – a Alemanha vem bem atrás, com 186; e Cafu se tornou o brasileiro com mais participações, com 19 jogos
De quebra, a seleção ampliou dois recordes: já são 11 vitórias consecutivas em Copas, somadas as sete do penta, em 2002, e as quatro deste ano; e chega a 40 anos a invencibilidade contra seleções que estréiam em Copas. A última derrota contra seleções que disputavam seu primeiro Mundial foi em 1966, na Inglaterra, quando o time de Vicente Feola perdeu de 3 a 1 para Portugal.
O jogo
A equipe de Gana iniciou o jogo marcando sob pressão no campo do Brasil, com muito vigor físico – levou dois cartões amarelos nos primeiros dez minutos -, mas deixando muito espaço na defesa. Foi num lance assim que o Brasil abriu o placar, logo a 5 minutos. Kaká tocou para Ronaldo, que se infiltrou na defesa, driblou o goleiro Kingson e tocou para o gol. Aos 12 minutos, Adriano teve oportunidade semelhante, mas demorou para chutar e preferiu simular um pênalti – acabou levando o cartão amarelo.
Mesmo em desvantagem no placar, Gana teve o domínio das ações durante a maior parte do primeiro tempo. Com toque de bola rápido, criou boas chances, como aos 28 minutos, quando Appiah recebeu livre na cara de Dida e bateu nas mãos do goleiro, e aos 41, numa cobrança de escanteio, em que Mensah cabeceou livre e Dida defendeu no reflexo, com a perna direita.
O Brasil empatou na forte marcação dos ganenses. Ronaldo e Adriano até tentavam se movimentar, mas nada conseguiam diante da falta de inspiração no meio-de-campo – Ronaldinho Gaúcho e Kaká não conseguiam criar jogadas e tinham problema para acionar as jogadas pelas laterais – Cafu e Roberto Carlos ficaram muito presos, já que Gana sempre jogava em suas costas quando eles subiam.
Na segunda boa jogada, a seleção conseguiu ampliar o placar, já nos acréscimos – e com ajuda da arbitragem. Lúcio tomou a bola na defesa e iniciou contra-ataque, tocando para Kaká. O camisa 8 caiu pela direita e serviu Cafu, que tocou para Adriano, impedido, escorar com o joelho. O juiz Lubos Michel seguiu a marcação de seu auxiliar e validou o gol.
No intervalo, Emerson, contundido, deu lugar a Gilberto Silva, mas o panorama não se alterou: Gana continuou tomando a iniciativa, e o Brasil viveu de lampejos, como aos 11 minutos, quando Ronaldinho Gaúcho serviu Roberto Carlos, que invadiu a área e chutou em cima do goleiro Kingson.
Aos 16 minutos, Parreira tirou Adriano, que já estava pendurado

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Gazeta Admininstrator
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