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Avião cipriota não tinha combustível, diz relatório

O avião do Chipre que caiu na Grécia na semana passada teria perdido pressão da cabine e estava sem combustível, segundo investigadores do caso.
As descobertas preliminares foram divulgadas pelo chefe das investigações, Akrivos Tsolakis.

As autópsias foram feitas em todos os 118 corpos encontrados no local da queda do avião, ao norte da capital grega, Atenas. Mas três corpos, incluindo do capitão da aeronave, ainda estão desaparecidos.

Legistas afirmaram que os passageiros a bordo do Boeing 737 da Helios Airways estavam vivos, provavelmente inconscientes, quando o avião caiu no dia 14 de agosto.

“Há indicações de problemas técnicos no sistema de pressurização… Há provas de que os motores do avião pararam de funcionar devido ao fim do suprimento de combustível, e esta foi a causa final da queda”, afirmam os investigadores em um relatório divulgado nesta segunda-feira.

Acompanhamento

Todas as vítimas do acidente, exceto 11 pessoas, estavam a bordo do Boeing e cerca de 17 eram crianças.

Um dos comissários de bordo teria tentado assumir o controle do avião nos últimos momentos antes do choque.

Os pilotos de dois aviões caça F-16 da Grécia que estavam acompanhando o avião antes da queda relataram que viram o co-piloto caído sobre os controles e o capitão não estava na cabine de controle.

O vôo 522 estava a caminho de Praga, passando por Atenas, quando perdeu o contato com controladores de vôo, desencadeando um alerta de segurança antes da queda.

Familiares das vítimas acusaram a Helios Airways de permitir que um avião sem segurança levantasse vôo, o que a companhia aérea nega.

A companhia Helios insiste que seu avião estava em boas condições, mas um canal de televisão grego informou que a frota da empresa tinha um histórico de falhas técnicas.

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