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Após ser preso, Mel Gibson pede desculpas

O ator e diretor norte-americano Mel Gibson pediu desculpas por dirigir bêbado e pelos comentários “desprezíveis” que fez no momento em que foi detido.

Através de uma nota publicada por um canal dedicado a celebridades nos Estados Unidos, o ator afirmou que estava “envergonhado” do que havia feito.

Ele disse ainda que lutou contra o alcoolismo durante toda a sua vida adulta e que sentia muito pela recaída.

“Agi como uma pessoa fora de controle quando fui preso e disse que coisas que eu não acredito serem verdadeiras e que são desprezíveis”, afirmou o ator.

Em seu comunicado, ele não diz o que falou durante a prisão e o delegado de polícia responsável pelo processo não fez nenhum esclarecimento.

Mas um site de celebridades nos Estados Unidos, o tmz.com, afirma ter falado com o policial que o prendeu e diz que Gibson teria feito declarações antisemitas, afirmando, entre outras coisas, “essas p. de judeus” e “os judeus são responsáveis por todas as guerras do mundo”.

Gibson, que tem 50 anos, foi interceptado quando seu veículo trafegava a alta velocidade por uma estrada em Malibu, perto de Los Angeles, na madrugada da sexta-feira. Depois de acusado, o astro foi libertado após pagar uma fiança de US$ 5 mil.

Mel Gibson recebeu o Oscar de melhor diretor por seu filme Coração Valente, em 1995, em que ele também atuou.

Seu filme bíblico A Paixão do Cristo, de 2004, foi considerado recentemente o filme mais controvertido já feito, pela revista americana Entertainment Weekly.

O filme de Gibson, um católico devoto, teve como tema as últimas doze horas na vida de Jesus Cristo, e é falado em aramaico e latim. A bilheteria mundial chegou a US$ 600 milhões.

Seu novo filme, Apocalypto se passa há 3 mil anos na América Central, e traz diálogos em um obscuro dialeto maia.

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Gazeta Admininstrator
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