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Americanas estão cansadas para o sexo

Mais da metade das mulheres norte-americanas não estão dormindo o suficiente, o que as impede de se alimentar saudavelmente, passar mais tempo com os amigos ou fazer sexo. Quase 70% das mulheres dizem que freqüentemente têm problemas para dormir, sendo que a maioria está estressada ou ansiosa, e 60% só têm uma boa noite de sono poucas vezes por semana.

O levantamento faz parte de uma pesquisa da Fundação Nacional do Sono, que entrevistou 1.003 mulheres de 18 a 64 anos. Enquanto 72% das mães que trabalham fora e 68% das solteiras que trabalham fora são mais propensas a sofrer de insônia, as mães que ficam em casa têm as piores dificuldades para dormir. A pesquisa “Sono na América” descobriu que 74% das mães que ficam em casa sofrem de insônia pelo menos algumas noites por semana e 59% dizem que levantam sentindo-se cansadas.

“As mulheres norte-americanas estão tendo problemas para lidar com essa falta de sono”, disse em comunicado Kathryn Lee, da Fundação Nacional do Sono. “A falta de sono das mulheres afeta virtualmente todos os aspectos de suas vidas, deixando-as atrasadas para o trabalho, estressadas, cansadas demais para sexo e com pouco tempo para os amigos”, complementou.

A pesquisa, divulgada na terça-feira,(8) mostrou que, quando pressionadas por tempo, metade das mulheres responderam que o sono (52%) e os exercícios (48%) são as primeiras coisas a ser sacrificadas. Mas, quando as mulheres estão cansadas ou sem tempo, 39% também reduziram o tempo que gastam com amigos e a família, 37% pararam de comer de maneira saudável e 33% pararam de ter relações sexuais.

Vida sedentária pode prejudicar o sexo
Mais de 18% dos americanos maiores de 20 anos sofrem problemas de ereção e o problema está estreitamente ligado à sua vida sedentária, segundo um estudo publicado pela revista American Journal of Medicine.

Outro fator que prejudica os homens americanos, além da falta de exercício físico, é uma dieta pobre em nutrientes, informou o estudo. A pesquisa acrescenta que, como se esperava, o problema é mais freqüente entre os homens de idade avançada, especialmente os que sofrem de diabetes ou pressão alta.

A verdadeira dimensão do problema começou a aparecer no fim da década de 1990, em conseqüência do sucesso do Viagra, um remédio contra a impotência masculina, seguido por outros com os mesmos resultados. O estudo mostra que 18,4% dos homens acima de 20 anos (quase 18 milhões) sofrem problemas de ereção. A percentagem sobe para 43,8% entre os homens na faixa de 60 a 69 anos e 70,2% para os maiores de 70.

Os pesquisadores observaram que metade dos homens com problemas de disfunção erétil também sofria de diabetes, pressão arterial alta, excesso de colesterol e transtornos causados pelo fumo. Segundo os cientistas, a mensagem do estudo é clara: é preciso fazer mais exercício para ter uma vida sexual satisfatória e não ter que depender de uma pílula.

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Gazeta Admininstrator
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