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Alckmin aposta em estratégia de 2002.

Sob pressão do PFL e de parte do PSDB, que pedem uma maior ofensiva ao presidente Lula (PT), Geraldo Alckmin vem se apoiando na campanha realizada em 2002, em que foi eleito governador de São Paulo para justificar seus programas “propositivos” de televisão.

A estratégia do candidato do PSDB em seu espaço do horário eleitoral gratuito é praticamente igual a utilizada contra Paulo Maluf (PP) e José Genoino (PT) na disputa pelo governo paulista em 2002.

Na ocasião, o responsável pelo marketing da campanha também era o jornalista Luiz Gonzalez, que nesta primeira semana de programas investiu em “apresentar” Alckmin, sem ataques diretos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Quando Alckmin ainda estava à frente do governo, Gonzalez ressaltou sua biografia, apresentou-o como “Geraldo” e investiu no vínculo com Mário Covas (1930-2001), de quem o tucano fora vice.

Nos dois programas deste ano, o marqueteiro fez a mesma coisa. “Em 2002, quando mudou o horário da novela, ou seja, quando começou o horário eleitoral, os institutos diziam que eu poderia perder no primeiro turno”, afirma Alckmin, quando questionado sobre a vantagem de Lula nas pesquisas de intenção de voto.

De acordo com o último levantamento do Datafolha, realizado em 19 de agosto de 2002, um dia antes do horário eleitoral na TV, Maluf tinha 40% das intenções de voto, contra 24% de Alckmin e 10% de Genoino. O tucano acabaria eleito no segundo turno ao bater o oponente petista.

O tema da corrupção também pautava a eleição quando Maluf, alvo de inquéritos por desvios de verbas públicas, ainda liderava as pesquisas. Mas o tucano relutava em atacá-lo na TV. A tarefa coube aos programas de rádio e aos candidatos a deputado estadual, que usavam parte de seu tempo na TV para bater no ex-prefeito. Nesta ano, a estratégia também se repete.

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Gazeta Admininstrator
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