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Agentes federais recolhem ratos gigantes em Grassy Key, na Flórida

Enquanto o Sol se levanta sobre a costa da Flórida, funcionários do governo federal, de bermuda, camiseta e luvas, ajoelham-se na grama e recolhem ratos irritados de armadilhas colocadas na noite anterior. Esses não são apenas ratos: são gigantes africanos que pesam 1,5 kg e medem 90 cm.

Todos os 18 animais capturados foram encaminhados para pesquisa científica.

O agente dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) Darin Carroll dedica-se, há três anos, a rastrear os ratos de Gâmbia que deixaram a África e, por conta do tráfico de animais exóticos, acabaram chegando aos EUA.

A tarefa de Carroll é determinar se esses ratos importados estiveram por trás de uma epidemia que atingiu parte dos EUA em 2003, provocada por um vírus semelhante ao da varíola. Epidemias semelhantes já ocorreram na África. Embora ninguém tenha morrido da doença nos EUA, as autoridades acenderam um alerta para os perigos do comércio de mascotes exóticos, capturados em áreas silvestres.

Autoridades americanas tentam agora obter verbas para eliminar os ratos gigantes que proliferaram na ilha de Grassy Key, na Flórida.

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